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Imprensa e mercenários PDF Imprimir E-mail
07 de Xaneiro de 2009

A imagem do exercito espanhol no exterior é louvada por imprensa regionalista

 O chefe do estado maior da Defensa espanhola (JEMAD) dirigiu-se às tropas espanholas despregadas no Chad durante uma visita à zona neste natal para congratula-las polas labores de intervenção exterior que nas suas palavras: ``estám subindo a valoração das Forças Armadas por parte da sociedade´´

 

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Entrevistamos António Gil Hernández PDF Imprimir E-mail
06 de Xaneiro de 2009

“A RAG, junto das instituições universitárias, dá cobertura académica à política nacionalista do 'Reino de España'”


ImageAntónio Gil Hernández é professor de sociolinguística galega. Nasceu em Espanha no 1941, na cidade de Valhadolid, o que nom lhe impede sentir-se galego e comprometer-se com a nossa naçom. Tem numerosos trabalhos publicados em revistas como Cadernos do Povo, Nós, Ensino ou Agália. Participa em associaçons como as Irmandades da Fala da Galiza e Portugal ou a Associação de Amizade Galiza-Portugal. Actulamente é membro da recém criada Academia Galega da Língua Portuguesa, e por esta razom o entrevistamos para o GalizaLivre.org.

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A mudança galega a exame PDF Imprimir E-mail
05 de Xaneiro de 2009

Da subversom à subvençom


ImageEm muitas ocasions, os movimentos populares galegos avaliam o domínio de Espanha em funçom da pressom policial, a coacçom a militantes, a violência física ou as mentiras da imprensa empresarial. Tem-se mui em conta o pau, mas raramente se observa a cenoura. Os políticos e as empresas nom oferecem dádivas na nossa Terra? Quiçá umha das transformaçons de mais calado da gestom do bipartido se situe no domínio dos movimentos sociais. Enquanto as minorias activas som cercadas e minorizadas pola delegaçom  do governo e a audiência nacional, outras maiorias "críticas" som directamente compradas, isso si, com  bons salários. Galizalivre analisa em reportagem este novo panorama. Assi se fabrica o consenso democrático.
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Imagens que falam # 35 PDF Imprimir E-mail
05 de Xaneiro de 2009

Dia de Reis

 

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A Fouce, Janeiro de 1926, Ano I, Núm. 1

 
Karl Polanyi e a economia PDF Imprimir E-mail
04 de Xaneiro de 2009

 "A históriamundial nom é fundamentalmente história económica"

 O nosso pensamento social, focado como está na esfera do económico, está por essa mesma razom mal preparado para se enfrentar às necessidades económicas desta época de mudanças. Umha sociedade netamente de mercado como a nossa tem que achar difícil, se nom impossível, apreciar equitativamente as limitaçons da importáncia do económico. Devido a que as actividades diárias do homem fôrom organizadas através de mercados de vários tipos, baseados em motivos puramente de lucro, determinados por atitudes concorrentes, e governados por umha escala de valores utilitária, a sociedade humana ficou um organismo que está, nos seus aspectos essenciais, subordinado aos propósitos de lucro. Tendo feito o homem da ganáncia económica o seu fim absoluto, perde a capacidade de a relativizar mentalmente. A sua imaginaçom fica fechada nos limites da incapacidade.

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Opiniom

Entrevistamos António Gil Hernández

“A RAG, junto das instituições universitárias, dá cobertura académica à política nacionalista do 'Reino de España'”


ImageAntónio Gil Hernández é professor de sociolinguística galega. Nasceu em Espanha no 1941, na cidade de Valhadolid, o que nom lhe impede sentir-se galego e comprometer-se com a nossa naçom. Tem numerosos trabalhos publicados em revistas como Cadernos do Povo, Nós, Ensino ou Agália. Participa em associaçons como as Irmandades da Fala da Galiza e Portugal ou a Associação de Amizade Galiza-Portugal. Actulamente é membro da recém criada Academia Galega da Língua Portuguesa, e por esta razom o entrevistamos para o GalizaLivre.org.

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Formaçom

Karl Polanyi e a economia

 "A históriamundial nom é fundamentalmente história económica"

 O nosso pensamento social, focado como está na esfera do económico, está por essa mesma razom mal preparado para se enfrentar às necessidades económicas desta época de mudanças. Umha sociedade netamente de mercado como a nossa tem que achar difícil, se nom impossível, apreciar equitativamente as limitaçons da importáncia do económico. Devido a que as actividades diárias do homem fôrom organizadas através de mercados de vários tipos, baseados em motivos puramente de lucro, determinados por atitudes concorrentes, e governados por umha escala de valores utilitária, a sociedade humana ficou um organismo que está, nos seus aspectos essenciais, subordinado aos propósitos de lucro. Tendo feito o homem da ganáncia económica o seu fim absoluto, perde a capacidade de a relativizar mentalmente. A sua imaginaçom fica fechada nos limites da incapacidade.

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